BLUES FUNK STREET




BLUES FUNK STREET é uma série de “djsets”, dirigidos por dj ZéZé. A sua paixão pela música capta a essência dos Blues–Soul–Funk na sua ressonância emocional.

Nesta deslumbrante viagem ao mundo da música negra, para além da preciosidade do material de arquivo e das interpretações especialmente seleccionadas para cada “djset”, destaca-se a forma como cada “playlist” explora estas sonoridades e a sua influência globa
l, partindo das origens, onde os escravos negros influenciados pelos ritmos africanos elegeram os Blues como a sua música, e estendendo-se por esse mundo fora influenciando tantas pessoas e toda a música contemporânea como Rhythm & Blues, Soul, Funk e Rock'n'Roll.

... não tragas um ouvido... traz os dois!


Um abraço e beijos. Aparece e Partilha.





Obrigado!

STUFF I LOVE! by DJ ZÉZÉ








Desde de 1982 que, procuro em mim e nas pessoas, realizar sonhos, pensamentos, desejos e alegrias.

Das festas de garagem a dj residente tem sido um percurso gratificante, pois a musica é uma linguagem com muita energia positiva.Do Soul, Funk, Funky & Disco ao Pop & Rock, bem como, Jazz, Acid Jazz, Hip Hop Jazz e Dance Music, faz do meu “Know How” uma marca registrada.

Os meus sets são uma viagem com musica, muitas vezes sem tempo mas com memoria temática.

Ao longo deste tempo tenho partilhado com amigos e amantes da música os meus djsets, quer em bares e clubs, bem como, em eventos empresariais/públicos, todos eles foram de igual modo insubstituíveis para chegar até aqui... e continuar...



APARECE e PARTILHA!


Beijos e Abraços a Todos...




STUFF I LOVE ACID JAZZ!



 STUFF I LOVE ACID JAZZ! by DJ ZéZé 


Musica tocada por uma geração criada ao som do jazz, bem como do funk e do hip –hop, o Acid Jazz utiliza elementos destes três géneros. A sua existência como musica de fortes percussões e primariamente tocada ao vivo coloca-a mais próximo do Jazz e do Afro-Cubano do que de qualquer outro estilo de dança, mas a sua insistência em manter o groove, acabou por aliá-la ao funk, hip-hop e á dance music. 



A designação de Acid Jazz surgiu pela primeira vez em 1988 como uma editora discográfica e também como título de uma serie de compilações que reeditou musica jazz-funk dos anos 70, frequentemente chamada “rare groove” no seu ressurgimento em meados da década de 80. Uma grande variedade de artistas de acid jazz emergiu no final dos anos ‘80 e inícios de ‘90, incluindo bandas que actuavam principalmente ao vivo, tais como Stereo MC’s, James Taylor Quartet, the Brand New Heavies, Groove Collective, Galliano e Jamiroquai, mas também alguns projectos de estúdio como Palm Skin Productions, Mondo Grosso, Outside e United Future Organization.



... não tragas um ouvido... traz os dois! 



Um abraço e beijos. Aparece e Partilha.

LICENÇA PARA DJ'S - 0 | LICENÇA DE PESCA - 1

Com licença

10 DE JANEIRO DE 2012 ANDRÉ TEJO

Nos últimos dias surgiu um alvoroço nas redes sociais motivado pela aparente necessidade de aquisição de uma licença para um Disc Jockey (vulgo DJ) exercer a sua prática profissional. Esta licença resulta, aparentemente, de uma avença entre a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e aAssociação Portuguesa de DJs (APDJS). O texto final disponível no site da SPA deixa espaço a muitas dúvidas, na medida em que não se constitui como uma lei, sendo apenas um documento composto por quinze alíneas, sem qualquer marca ou logotipo institucional e com a data e a autoria de tal redacção pura e simplesmente omitidos. Acho estranho que uma Sociedade que reclama a protecção do autor em relação à sua obra não se dê sequer ao trabalho de autenticar uma licença por si omitida.
O texto pretende defender os autores, salvaguardando a propriedade intelectual dos produtores/músicos, nomeadamente através da exigência da utilização de música em formato legal, mediante a apresentação dos recibos de compra dos discos ou mp3. Ora, se esta é uma situação já previamente conhecida, as bizarrias neste texto começam com a possibilidade de só se poder utilizar um máximo de 1500 obras reproduzidas ou com formato alterado. Isto significa, por exemplo, que se quisermos passar o nosso espólio em vinil para formato digital (algo que, por exemplo, Magda e Richie Hawtin já fizeram), só o poderemos efectuar a 1500 temas, caso contrário estamos a atentar contra a propriedade intelectual do autor. O mais estranho é que na alínea g) deste texto se explica que das 1500 obras acima referidas, o DJ poderá utilizar até um número máximo de 15 por cento de reproduções ou mudanças de formato sem necessidade de demonstrar a aquisição legal do suporte de onde foi feita a reprodução – ou seja – o DJ tem o direito de poder atentar um bocadinho contra a propriedade intelectual do autor. Isto é mais ou menos como legalizar o suborno, desde que se aceite até 15 por cento do montante oferecido pelo aliciador. Se eu fosse sócio da SPA não queria nunca ficar nestes 15 por cento, mas como sou um tipo azarado, tenho para mim que era isso que aconteceria. A alínea d) levanta outra questão pertinente: o que é uma alteração em relação à obra original? A alínea refere que as reproduções deverão ser feitas sem qualquer alteração em relação à obra original. Não sei se o resto do mundo é como a minha pessoa, mas eu assumo-me picuinhas com as minhas obras e entendo que um cisco que seja no meu trabalho altera totalmente o conceito que defini inicialmente. Se pegar num disco em vinil e o passar para mp3, mas alterar a ordem de reprodução dos temas, estarei a alterar a obra original? Creio que sim, porque o autor deve ter tido um motivo para escolher um determinado alinhamento para a sua obra. E se cortar um segundo a um tema? Estarei a alterar a obra original? Parece-me óbvio que sim. Acontece que alterar a obra original é um conceito demasiado lato, cuja interpretação varia de indivíduo para indivíduo. Se tal conceito é abordado numa licença, há que especificar o que é o quê.
O DJ é um investigador musical. Procura, lê, ouve, volta a ouvir e efectua uma triagem minuciosa da música que realmente lhe interessa e confere um carácter único ao seu set
Uma das alíneas mais estranhas é sem dúvida a l). Esta alínea refere que o DJ deverá manter actualizada a listagem dos fonogramas reproduzidos e reportar à SPA, com uma periodicidade trimestral, as playlists efectivamente utilizadas nas suas várias actuações. Isto significa que para proteger a propriedade intelectual do autor se pode prejudicar deliberadamente a liberdade criativa do DJ. O DJ é um investigador musical. Procura, lê, ouve, volta a ouvir e efectua uma triagem minuciosa da música que realmente lhe interessa e confere um carácter único ao seu set. O DJ tem o direito de manter em secretismo as músicas, as sequências e as misturas que faz. O DJ tem o direito de ter o seu “modus operandi” e músicas secretas. Cabe ao público avaliar e apreciar. Um dos motivos que arrastava centenas de pessoas às festas organizadas por Juan Atkins nos primórdios do techno em Detroit era a possibilidade de ouvir “aquela música” que só o Juan tinha. Obrigar um DJ a declarar o seu espólio é como confiscar os vários estudos que um pintor realiza até atingir a sua obra final.
Por fim, uma das mais ridículas alíneas do texto: m) o DJ deverá enviar para a SPA, no início de cada mês, uma comunicação em ficheiro Excel, com toda a informação dos locais onde irá actuar no mês seguinte, bem como se é DJ residente ou contratado para determinado evento. A minha primeira questão passa por tentar saber quais as consequências caso o DJ não envie o ficheiro à SPA. Nem imagino o que poderá acontecer ao incauto DJ se, porventura, enviar os requeridos dados num ficheiro Word. Calculo que algo trágico, com certeza… Mas fico-me pela omissão da agenda à SPA. O que poderá acontecer ao DJ? Por que razão quer a SPA conhecer a agenda do DJ? E que diferença faz para a SPA se o DJ é ou não residente num determinado espaço?
Quanto à questão do preço da licença que, provavelmente, levantou mais ondas, importa apenas referir que sempre me opus abertamente a qualquer imposição de licença para efectuar uma actividade cultural, com excepção feita à questão do ruído. É ridículo que um homem-estátua ou um actor de rua tenha de pagar uma licença para trabalhar na via pública. Não é menos ridículo que um DJ seja obrigado a pagar uma licença para desempenhar a sua função profissional. O preço da licença parece-me abusivo (550 euros/ano), mas choca-me particularmente o facto de a licença ter uma validade tão curta (um ano) e de ser apenas válida até ao dia 31 de Dezembro do ano em que foi adquirida. Parecer-me-ia justo que, por exemplo, se se comprasse uma licença no dia 14 de Novembro, essa licença fosse válida até ao dia 14 de Novembro do ano seguinte. Assim não se verifica.
Parece-me que este texto não é mais do que um conjunto de directivas a seguir por quem é sócio da SPA ou da APDJS. Confesso que careço de conhecimento legal para saber se a SPA pode conduzir inspecções, mas creio que só forças de autoridade podem passar multas ou efectuar detenções. Seja como for, indicações deste género só são vinculativas quando passarem pelo habitual processo que começa com a elaboração de um projecto de lei, passa pelo crivo do Parlamento e é posteriormente publicado em Diário da República.
Olha que arranjo um gajo qualquer que faz a mesma merda que tu e de borla, por isso cala-te!
A profissão de DJ só passou a ser reconhecida como tal há muito pouco tempo. No entanto, ainda está longe de ser uma profissão protegida e remunerada de acordo com as suas competências. A maioria dos DJs é paga miseravelmente, com remunerações a oscilarem entre os 20 e os 50 euros por cinco ou seis horas de trabalho, naturalmente à noite e em pé, em locais carregados de fumo, sob o efeito de sistemas sonoros deficientes, mal equalizados e prejudiciais à audição. Uma boa parte dos bares e discotecas não possui a mínima noção cultural e os respectivos donos ignoram o conceptualismo por detrás da arte, mostrando-se indignados pelo facto de o DJ pretender ser melhor remunerado. Um conhecido meu confidenciou-me que já lhe disseram: Olha que arranjo um gajo qualquer que faz a mesma merda que tu e de borla, por isso cala-te!
A profissionalização do DJ é, infelizmente, um passo maior do que aquele que as pernas deste país podem dar. A maioria dos DJs portugueses fazem-no em part-time, por amor à música e ao vício de ver os outros felizes a dançarem ou a bater o pé. No final da noite, o que se leva para casa é aquela passagem perfeita, um elogio gritado da pista para a cabine do DJ e uma ou duas notas no bolso para comprar dois maxis ou um LP.
Ser DJ (ainda) não é uma profissão. É amor. Nada mais.

Artigo retirado e da responsabilidade de http://www.revistavialatina.com/?p=1853

AGENDA - MARÇO 2012







Março - 2012

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Sábado Mar. 03, 2012
STUFF I LOVE! by DJ ZéZé
COSTA DO CASTELO RIO - Bar
Alfândega - PORTO


Quarta Mar. 07, 2012
STUFF I LOVE INDIE ROCK! by DJ ZéZé
CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Quarta  Mar . 14, 2012
FUNK STREET BLUES by DJ ZéZé
CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Sexta Mar. 16, 2012
STUFF I LOVE! by DJ ZéZé
GALERIAS PARIS - Bar
Baixa - PORTO


Sábado  Mar . 17, 2012
STUFF I LOVE! by DJ ZéZé
CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Quarta  Mar . 21, 2012
STUFF I LOVE INDIE ROCK! by DJ ZéZé
CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Sexta Mar. 23, 2012
OS MARRETAS AMIGOS by DJ ZéZé
COSTA DO CASTELO RIO - Bar
Alfândega - PORTO


Quarta  Mar . 28, 2012 
STUFF I LOVE ACID JAZZ! by DJ ZéZé
CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO
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SEXTA 03 FEVEREIRO | COSTA CLUB presents DJ ZÉZÉ

AGENDA FEVEREIRO 2012






Fevereiro - 2012

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Quinta Fev. 02, 2012

STUFF I LOVE INDIE ROCK! by DJ ZéZé


CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO 


Sexta  Jan. 20, 2012
COSTA CLUB presents DJ ZéZé


COSTA DO CASTELO RIO - Bar
Alfândega - PORTO


Quarta Fev. 08, 2012
FUNK STREET BLUES by DJ ZéZé


CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Sexta Fev. 10, 2012
"BEST OF 2011" by FMdjset
by Rockin'Lemur & DJ ZéZé


ERA UMA VEZ NO PORTO - Bar
Baixa - PORTO


Quarta Fev. 15, 2012
STUFF I LOVE INDIE ROCK! by DJ ZéZé


CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Sábado Fev. 18, 2012
STUFF I LOVE! by DJ ZéZé


CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO


Quarta Fev. 22, 2012 
STUFF I LOVE INDIE ROCK! by DJ ZéZé


CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO

Quarta Fev. 29, 2012 
STUFF I LOVE ACID JAZZ! by DJ ZéZé



CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO





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SEXTA 20 JANEIRO | STUFF SHE LOVES! by DJ ZÉZÉ



Das festas de garagem a dj residente e freelancer, tem sido um percurso gratificante, pois a musica é uma linguagem com muita energia positiva.Os meus sets são uma viagem com musica, muitas vezes sem tempo mas com memoria temática

Ao longo deste tempo tenho partilhado com amigos e amantes da música os meus djsets, quer em bares e clubs, bem como, em eventos empresariais/públicos dos quais destaco alguns, embora todos eles foram de igual modo insubstituíveis para chegar até aqui... e continuar...



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AGENDA JANEIRO 2012






Janeiro - 2012

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Quarta Jan. 11, 2012

FUNK STREET BLUES by DJ ZéZé

CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO
 


Sábado 
 Jan. 14, 2012
STUFF I LOVE! by DJ ZéZé

COSTA DO CASTELO RIO - Bar
Alfândega - PORTO
 


Sexta 
 Jan. 20, 2012
STUFF SHE LOVES! by DJ ZéZé
Algelina B'Day

COSTA DO CASTELO RIO - Bar
Alfândega - PORTO



Sábado  Jan. 21, 2012 
STUFF I LOVE! by DJ ZéZé

CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO
 


Quinta 
 Jan. 26, 2011
STUFF I LOVE ACID JAZZ! by DJ ZéZé

CASA AGRÍCOLA - Esplanada Bar
Boavista - PORTO





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